

E depois da maternidade, quem sou eu?
Por Daniela Morbey Embora o papel de mãe seja, na grande maioria, um momento de realização, de um amor galopante que nem sabíamos que exis;a e, de uma ligação incondicional aquele ser tão pequenino e frágil; é, também um ponto de viragem radical, um sismo que parece ser capaz de abalar com as melhores estruturas da iden;dade de uma mulher. Porque, depois do parto, não nasce apenas um bebé, nasce também uma nova mulher, uma nova família e, uma nova dinâmica. Para a mulher


Os Psicólogos também são pessoas
Por Tomás Lopes Às vezes é fácil esquecer isso. Do lado de fora das consultas, sejam elas presenciais ou online, existe a ideia de que escutamos sempre, acolhemos sempre, mantemos sempre a calma e a paciência. Mas do lado de cá, existe alguém que também vive. Temos família, histórias, afetos. Também temos Natal, ceias imperfeitas, risadas e silêncios. Também temos a passagem de ano, fazemos balanços, criamos expectativas, às vezes sentimos esperança, outras vezes apenas ca


Nem todo recomeço começa em janeiro
Por Mariana Gaio Janeiro chega muitas vezes com a sensação de um novo começo. Um novo ano parece trazer consigo a ideia de uma página em branco, onde tudo pode ser diferente: hábitos, relações, escolhas. Como se houvesse uma obrigação implícita de transformação imediata. Mas será que o simples mudar do calendário tem realmente esse poder? Ou será que colocamos em nós expectativas demasiado altas, como se fôssemos obrigados a “ser melhores” só porque começa um novo ano? É co

